quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015


Dou por mim a pensar no tempo que um ano pode ter e na velocidade com que este pode passar. Olho para trás e revejo-me na mesma rampa de lançamento de outrora. De facto, houve alguma alterações a nível de relacionamentos, não só amorosos como também de amizade. Pessoas vão e vêm. Amizades alimentam-se durante anos, para posteriormente se desfazerem num dia. Penso que é correto afirmar que há uma certa que analogia entre "amizade" e "plantas". Tal como na plantas, a amizade tem que se ir regando todos os dias, com a finalidade de crescer, tornar-se bela e harmoniosa... Contudo, se as deixamos de regar, estas murcham.
Debato-me constantemente com pensamentos filosóficos e com temas assustadores que vão desde o porquê de haver vida e qual o propósito desta existir até ao facto de me questionar o porquê de as pessoas (a maior parte delas) ter que se sacrificar tanto para obter o que realmente ambicionam. Porque não poderia ser tudo bem mais simples? Porque é que temos de saber dar valor às coisas? Porque é que temos como ideais implícitos no nosso inconsciente a distinção entre o bem e o mal? Porque não podemos ter livre arbítrio e fazer aquilo que realmente queremos fazer num dado momento, numa dada altura, num dado segundo, sem haver consequências negativas? Não seria tudo bem melhor? Não viveríamos todos em paz e harmonia? Não é esse o desejo de todas as pessoas? Que o mundo fosse um sítio de amor, paz, carinho, sem ganância, sem guerras, sem conflitos...